O que muda no SPED e nas obrigações acessórias com a Reforma Tributária

IV Seminário do SPED
PROFESSORES

Quem conduz esta palestra

Professores convidados: visão prática e aplicada sobre os riscos, campos críticos e cruzamentos do SPED na Reforma Tributária.
Sherman Alcantara
Professor

Sherman Alcantara

Contador, Advogado, palestrante e Vice-presidente da Comissão Técnica do SPED do CRCCE.

Tiago Emerson
Professor

Tiago Emerson

Contador Tributarista, Professor, Consultor de Empresas e Presidente da Comissão Técnica do Simples Nacional do CRCCE.

01 • A TESE

O SPED não acaba. O papel dele muda.

Modelo tradicional

  • Documento fiscal chega.
  • Empresa escritura.
  • Empresa apura.
  • Empresa declara.
  • Fisco cruza depois.

Modelo da RTC

  • DF-e nasce estruturado.
  • Eventos corrigem a operação.
  • Pagamento/extinção entra no fluxo.
  • Apuração é assistida.
  • SPED e contabilidade viram bases de conciliação e auditoria.
A escrituração deixa de ser o “início da verdade fiscal” e passa a ser uma das camadas que precisam contar a mesma história.
02 • NÃO CONFUNDIR

EFD ICMS/IPI não apura IBS, CBS ou IS.

O que a EFD continua fazendo

Escritura documentos e apura ICMS e IPI, enquanto esses tributos permanecerem aplicáveis durante a transição.

O que muda com a RTC

O mesmo documento fiscal pode carregar dados de IBS/CBS no XML, mas a EFD ICMS/IPI não se transforma na escrituração dos novos tributos.

Guia 3.2.4: documentos que carreguem exclusivamente informações dos novos tributos e não versem sobre ICMS/IPI não devem ser escriturados na EFD ICMS/IPI. Documentos mistos seguem na EFD em relação ao ICMS/IPI.
Fonte oficial: Guia Prático EFD-ICMS/IPI 3.2.4, Seção 10 e orientação do Registro C100.
03 • ARQUITETURA

Agora o fechamento precisa ser multibase.

ERP / CADASTROproduto, participante, regra
DF-e / XMLoperação autorizada
SPED FISCALICMS/IPI + estoque
FINANCEIROrecebimento e extinção
ECD / ECFrazão, resultado, IRPJ/CSLL
Cadastro correto?NCM • unidade • participante
→
XML correto?CST • cClassTrib • valores
→
SPED coerente?C100 • C170 • C190 • K
→
Contabilidade bate?receita • estoque • tributos
O PVA validar o arquivo não significa que a operação esteja correta. Validação estrutural ≠ conformidade tributária.
DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA

Sistema simulado cruzando DF-e, XML e Apuração Assistida de IBS e CBS

O vídeo percorre: importação do XML → leitura de IBS/CBS → DF-e × XML RTC → SPED → contabilidade → Apuração Assistida do IBS → Apuração Assistida da CBS → comparação entre saldo interno e saldo assistido → divergência de crédito → tratamento e evidência.
04 • MAPA DE RISCO

Quais registros merecem prioridade?

1
0200
Cadastro do item: origem de muitos erros
2
C100 / C170
Documento + item + vínculo com XML
3
C190
Analítico: cuidado com VL_OPR
4
0150
Participante e município
5
K200/K230/K235
Estoque, produção e perdas
6
1601
Pagamentos e intermediadores
7
Bloco E
Ajustes e benefícios ICMS
05 • REGISTRO 0150

Participante: quem é a outra ponta?

CampoO que contémCuidado práticoCruzamento provável
COD_PARTCódigo internoNão duplicar participante com códigos diferentes sem motivo operacional.XML × ERP × cadastro
NOMENome/razão socialPadronizar cadastro e evitar fornecedores “genéricos”.CNPJ/CPF × razão
CNPJ/CPFIdentificaçãoCNPJ passou de tipo numérico para caractere no leiaute 2026.CNPJ RFB × DF-e × ECD
IEInscrição estadualIE errada muda leitura de contribuinte/não contribuinte em rotinas fiscais.SEFAZ × XML
COD_MUNMunicípio IBGEDestino ganha relevância na tributação do consumo.DF-e × logística × destino
Pergunta de fechamento: o participante do SPED é exatamente o mesmo participante que aparece no XML e na conta contábil?
06 • REGISTRO 0190

Unidade de medida: pequeno campo, grande efeito.

Problema clássico

Fornecedor vende em CX; estoque controla em UN; produção consome em KG. Sem conversão consistente, quantidade e custo perdem rastreabilidade.

Por que piora na RTC

Diferença de quantidade pode repercutir em estoque, perdas, devoluções e eventos que afetam o tratamento do crédito.

0190 UNID = CX
0200 UNID_INV = UN
C170 QTD = 10 CX
K200 estoque = 240 UN

Auditoria: a conversão está documentada e reproduzível?
07 • REGISTRO 0200

O cadastro fiscal vira infraestrutura tributária.

CampoFunçãoRisco na RTCControle sugerido
COD_ITEMChave do itemCódigo duplicado, reutilizado ou divergente entre sistemas.Governança de cadastro mestre
DESCR_ITEMDescriçãoDescrição genérica dificulta provar classificação e tratamento.Descrição fiscal padronizada
UNID_INVUnidade estoqueImpacta inventário/Bloco K.Tabela de conversão
TIPO_ITEMNatureza do itemAfeta leitura de estoque/produção e análises de custo.Revisão por família
COD_NCMNCMNCM passa a dialogar com regra tributária do XML IBS/CBS.Validação técnica periódica
COD_LSTLista serviçoCuidado em operações mistas.Mapear serviço x operação
CESTSTContinua relevante durante transição de ICMS.Revisão com NCM/CST/UF
08 • REGISTRO 0221

Correlação entre códigos: produto igual, códigos diferentes?

Quando aparece

O Registro 0221 relaciona códigos de item associados à mesma mercadoria, conforme regras de obrigatoriedade aplicáveis.

Risco operacional

Compras, vendas, kits, embalagens ou sistemas legados podem criar múltiplos códigos para o mesmo produto e quebrar a rastreabilidade.

Fornecedorcódigo A
→
ERPcódigo B
→
SPED0200 / 0221
→
Estoquemesmo item?
A obrigatoriedade pode depender das regras da EFD/UF. O ponto para a auditoria é: há uma trilha única e reconciliável do item?
09 • REGISTRO C100

Documento fiscal: o campo que muda a leitura do total.

CampoO que revisarPonto RTCCruzamento
COD_PARTEmitente/destinatárioTem que conversar com 0150.XML × 0150
COD_MODModeloDefine tratamento da escrituração.Chave DF-e
COD_SITSituaçãoNovos códigos 09 e 10 foram incluídos no leiaute 2026.Evento/documento
CHV_NFEChaveTipo mudou de N para C no leiaute 2026.XML autorizado
DT_DOC / DT_E_SCompetência e movimentaçãoImpacta período e extemporaneidade.ERP × XML × estoque
VL_DOCTotal documentoEm 2026 há exceção para IBS/CBS/IS; fora dela, o total segue orientação do Guia.XML × razão × contas a pagar/receber
Atenção 2026: não aplique automaticamente a lógica de 2027 ao campo VL_DOC. A Seção 10 do Guia 3.2.4 explicita a exceção do exercício de 2026.
10 • C100 — EXEMPLO

Mesmo XML, leituras diferentes por obrigação.

XML da operação
Mercadoria: R$ 100.000
IBS/CBS: R$ 9.210
Total cobrado: R$ 109.210

Exemplo didático.
Erro

Assumir que todos os registros da EFD devem repetir o total financeiro do XML, incluindo IBS/CBS.

Procedimento

Aplicar as orientações específicas do C100 e dos registros analíticos. A EFD continua sendo ICMS/IPI.

Na transição, “valor do documento” e “valor da operação analítica” exigem leitura do leiaute — não automatismo.
11 • REGISTRO C170

Item do documento: onde o cadastro encontra a operação.

CampoFunçãoCuidadoCruzamento
NUM_ITEMSequência itemPrecisa manter rastreabilidade com XML.XML item
COD_ITEMProduto internoDeve existir no 0200 e representar o item real.0200 × estoque
QTDQuantidadeGuia 3.2.3 alterou orientação/validação para este campo.XML × K200
UNIDUnidadeDeve existir no 0190.0190 × conversão
CST_ICMSSituação ICMSConvive com CST/cClassTrib de IBS/CBS no XML.Regra ICMS × regra RTC
CFOPNatureza operaçãoUm CFOP inadequado distorce analítico, estoque e apuração.XML × contrato × logística
Controle: criar uma auditoria por item: COD_ITEM → NCM → CST_ICMS → CFOP → CST IBS/CBS → cClassTrib → quantidade → destino.
12 • REGISTRO C190

Analítico: IBS/CBS/IS não entram no VL_OPR.

COMBINAÇÃO

CST_ICMS + CFOP + ALIQ_ICMS

C190
CAMPO 05 • VL_OPR

Segundo a Seção 10 do Guia 3.2.4, os valores de CBS, IBS e IS não devem ser incluídos no valor da operação dos registros analíticos.

C190
CST_ICMS = 00
CFOP = 5102
VL_OPR = valor analítico sem IBS/CBS/IS
Risco: parametrizar o ERP para “somar tudo que está no total do XML” e inflar o VL_OPR.
13 • D100

Transporte: origem e destino ficam mais sensíveis.

COD_PART

Transportador/tomador precisa estar coerente com 0150 e CT-e.

COD_MUN_ORIG

Origem é parte da reconstrução logística da operação.

COD_MUN_DEST

Guia 3.2.3 alterou regra de validação; destino é variável central na RTC.

NF-emercadoria
→
CT-etransporte
→
D100origem/destino
→
IBSdestino da operação
A EFD não calcula o IBS, mas dados logísticos inconsistentes podem revelar que cadastro, DF-e e operação física não contam a mesma história.
14 • REGISTRO 1601

Recebimentos: o fiscal precisa conversar com o financeiro.

Participante

Instituição que efetuou o pagamento ou intermediador.

Valores

Totais informados conforme regra do registro e da UF.

RTC

Pagamento, recolhimento pelo adquirente e split payment ganham protagonismo em outras camadas da reforma.

Origem
SPED
Financeiro
DF-e
Contabilidade
Venda cartão/Pix
1601
extrato PSP
NF-e/NFC-e
Clientes / Bancos
Venda marketplace
1601
intermediador
documento fiscal
receita / comissão
Diferença
alerta
alerta
alerta
alerta
15 • BLOCO H

Inventário: a diferença fiscal aparece no balanço.

H005

Totais do inventário na data e motivo definidos pela obrigação.

H010

Item, unidade, quantidade, valor unitário e valor do item precisam conversar com 0200, estoque e contabilidade.

0200item
H010inventário
K200estoque
ECDconta estoque
Se o estoque fiscal e o estoque contábil divergem, a reforma aumenta a importância de explicar a diferença — não apenas ajustá-la.
16 • BLOCO K

Produção e estoque: “o que aconteceu com a quantidade?”

Entrada1.000 kg
→
ConsumoK235
→
ProduçãoK230
→
EstoqueK200 = 990 kg?
Perda normal

Está prevista no processo e documentada?

Perda anormal

Há evento, baixa, ajuste e tratamento do crédito?

Erro cadastral

Unidade ou conversão explica os 10 kg?

RTC: eventos relacionados a perdas, consumo pessoal, imobilização e outros fatos podem afetar a apuração dos novos tributos. Estoque passa a ser evidência para explicar o evento.
17 • BLOCO E

Ajustes de ICMS continuam — mas ganham nova camada de governança.

E110

Apuração ICMS permanece relevante durante a transição e recebeu alterações de validação no leiaute 2026.

IND_BENEFICIO

Foi incluído em registros como E111/E220 e em registros de ajustes de documentos para identificar benefício fiscal em situações previstas.

C197 / C597 / D197 / D737 → IND_BENEFICIO
E111 / E220 / 1921 → IND_BENEFICIO

Auditoria: ajuste fiscal + fundamento legal + benefício + contabilização
Durante a convivência entre ICMS e IBS, a empresa terá duas lógicas tributárias simultâneas. Não misturar benefício de ICMS com tratamento diferenciado de IBS/CBS.
18 • ALTERAÇÕES TÉCNICAS 2026

O leiaute também mudou para suportar novas realidades cadastrais.

CNPJ: N → C

0000, 0100, 0150, C115, C175 e 1320.

Chaves DF-e: N → C

Diversos registros, incluindo C100, C113, D100, D700, E113 e outros.

Novos campos

IND_BENEFICIO em ajustes e COD_PROD no C180.

NOVOS COD_SIT

Inclusão de valores 09 e 10 conforme leiaute.

C170 QTD

Orientação de preenchimento e regra de validação alteradas.

TI/ERP: mudança de tipo de campo pode quebrar integrações, importadores, bancos de dados e rotinas que presumem apenas dígitos.
19 • DF-e RTC

Campos novos estão no XML — não “dentro do C170”.

EFD ICMS/IPI

CST_ICMS • CFOP • NCM • ICMS • IPI • estoque • ajustes estaduais

DF-e RTC

CST IBS/CBS • cClassTrib • bases • alíquotas • reduções • diferimentos • créditos presumidos • referências e grupos específicos do leiaute.

Erro de projeto: criar uma tabela de “de-para” imaginando que CST_ICMS = CST_IBS/CBS ou que CFOP sozinho define o cClassTrib.
NCM/NBSo que é?
+
Operaçãoo que ocorreu?
+
Partesquem?
=
Regra RTCCST + cClassTrib
20 • OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

Não é só SPED Fiscal: o ecossistema se expande.

NFS-e

Padrão nacional e compartilhamento no ambiente nacional ganham centralidade.

NFCom / CT-e / BP-e

Leiautes adaptados para IBS/CBS conforme cronograma.

DeRE

Declaração de Regimes Específicos entra no ecossistema de obrigações da RTC.

Apuração Assistida

Consolida DF-e, extinções e outras informações para formação do saldo.

Cronograma oficial de 2026 prevê marcos em 01/10, 15/11, 01/12 e 01/01/2027, conforme documento/operação.
21 • APURAÇÃO ASSISTIDA

O fechamento muda de “calcular” para conciliar e explicar.

DF-edébitos/créditos potenciais
→
Eventosajustes da operação
→
Extinçõespagamento/recolhimento
→
Apuraçãosaldo assistido
CONTROLE NOVO

Conferir o que o ambiente recebeu e como classificou cada operação.

RISCO NOVO

Ajustar sem trilha de evidência, sem conciliar com razão/estoque/financeiro e repetir o ajuste mês após mês.

A pergunta deixa de ser “quanto eu apurei?” e passa a ser “por que minha apuração é diferente da apuração construída pelos dados?”
22 • CONTABILIDADE

O SPED precisa bater com ECD e razão.

Fato
SPED / DF-e
Razão / ECD
Apuração Assistida
Teste
Venda
C100/C170 + XML
Receita + clientes + tributos
Débito IBS/CBS
mesma operação?
Compra
entrada + item
estoque/custo + tributo recuperável
Crédito potencial/apropriado
mesmo crédito?
Perda
K / baixa
perda/estoque
evento/ajuste quando aplicável
há evidência?
Pagamento
1601/DF-e
bancos/clientes
extinção
valor e data batem?
A ECD não é a apuração do IBS/CBS. Mas ela será uma das melhores formas de demonstrar que a história econômica registrada é coerente com a história fiscal.
23 • ECF

IBS/CBS também mexem no resultado que chega à ECF.

CRÉDITO RECUPERÁVEL

Se contabilizado como ativo recuperável, não deve permanecer indevidamente compondo custo/despesa.

GLOSA / NÃO RECUPERAÇÃO

Pode alterar custo ou despesa e, conforme regime e natureza, repercutir na base contábil e nos ajustes fiscais da ECF.

Apuração IBS/CBScrédito / glosa
→
Contabilidadeativo / custo / despesa
→
ECDrazão e saldos
→
ECFIRPJ / CSLL
O cruzamento não é “ECF calcula IBS”. O cruzamento é: o tratamento contábil dos efeitos do IBS/CBS altera números que alimentam a ECF.
24 • MATRIZ 360°

Checklist mensal de cruzamentos mínimos.

Registro
XML / DF-e
ERP / Estoque
Financeiro
Contábil
0150
CNPJ/CPF/IE
cadastro cliente/forn.
—
terceiros
0200
NCM/item
produto/unidade
—
estoque/custo
C100
chave/total/data
movimento
título
receita/fornecedor
C170
item/qtd/CFOP
item/quantidade
—
custo/receita
C190
analítico
regra fiscal
—
tributos
1601
documento
venda
PSP/intermediador
banco/clientes
K200
entradas/saídas
saldo físico
—
estoques
25 • TESTE DE AUDITORIA

Uma operação deve passar por 7 perguntas.

01 • QUEM?

0150 identifica corretamente as partes?

02 • O QUÊ?

0200/NCM/descrição representam o item real?

03 • COMO?

CFOP/CST refletem a operação?

04 • QUANTO?

Quantidade/unidade/valor estão coerentes?

05 • ONDE?

Origem/destino são consistentes?

06 • COMO PAGOU?

Financeiro e recebimento batem?

07 • COMO CONTABILIZOU?

Razão/ECD refletem o mesmo fato e o mesmo efeito tributário?

Se uma dessas respostas depender de “ajuste manual no fechamento”, existe uma fragilidade de processo.
26 • NOVA ROTINA

O fiscal deixa de “fechar o mês” e passa a gerenciar exceções.

1. Cadastrogovernança contínua
→
2. Emissãovalidação do DF-e
→
3. ConciliaçãoSPED + financeiro
→
4. Contabilidaderazão + ECD
→
5. Exceçõesajustar com evidência
ANTES DA EMISSÃO

Cadastro e regra.

DURANTE O MÊS

Monitoramento de DF-e e divergências.

NO FECHAMENTO

Conferir exceções, não reconstruir a operação inteira.

27 • PLANO DE AÇÃO

O que revisar agora.

SEMANA 1

Mapear versões do ERP, EFD, emissores e integrações.

SEMANA 2

Auditar 0150, 0190 e 0200 nos itens/participantes mais relevantes.

SEMANA 3

Cruzar amostra XML × C100 × C170 × C190.

SEMANA 4

Validar estoque H/K × razão contábil.

SEMANA 5

Cruzar financeiro × 1601 × documentos.

SEMANA 6

Simular apuração assistida e criar trilha de ajustes/evidências.

Não começar pela alíquota. Começar pela qualidade do dado e pelo desenho do processo.
28 • FONTES

Base normativa e técnica utilizada.

LC 214/2025

Arts. 45 e 46 — apuração e apuração assistida; arts. 59 a 62 — cadastro, DF-e e integração nacional.

EC 132/2023

Critérios para obrigações acessórias visando simplificação.

Guia Prático EFD ICMS/IPI 3.2.4

Versão publicada em setembro/2026; Seção 10 específica sobre RTC.

RFB / CGIBS

Orientações da RTC e cronograma dos documentos fiscais eletrônicos — Ato Conjunto nº 4/2026.

Notas Técnicas DF-e

Leiautes e campos IBS/CBS por documento fiscal.

Cartilhas de Apuração Assistida

Fluxos de DF-e, eventos, créditos, débitos e extinções.

Links oficiais: gov.br/sped • gov.br/receitafederal/reforma-tributaria-do-consumo • cgibs.gov.br • portal nacional de DF-e/NFS-e.

ENCERRAMENTO

A Reforma não transforma o SPED em outra coisa.
Transforma a forma de usar o SPED.

O novo profissional não será apenas quem transmite o arquivo.

Será quem consegue provar que cadastro, documento, estoque, financeiro, contabilidade e apuração contam a mesma operação.

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